Uma vez ouvi que o oposto do amor não é o ódio, e sim a indiferença.
O ódio que dilacera compartimentos secretos da alma a cada inalação resulta de frustradas expectativas, em grande parte das vezes. De incapacidades relacionais nunca antes percebidas; de características psicológicas remanescentes tidas como superadas; de paixões não saciadas por razões desconhecidas; de traições inconscientes de mim mesma e de outros...
O ponto é que enquanto houver ódio haverá esperança.
Certamente, parte de mim está debruçada sobre tais pendências noite e dia... e entre gritos, lágrimas e páginas rasgadas sei que novas linhas têm sido escritas pouco a pouco, deixando o responsável por toda as coisas reassumir o seu lugar. O amor - que tudo espera tudo sofre e suporta - nunca se vai completamente. Sai apenas para adquirir novas ferramentas que lhe permitam reconstruir aquilo que foi corroído em material altamente reforçado e indestrutível.
Sei que à porta está a Indiferença, com planos de reforma magníficos, indolores e incrivelmente velozes. No entanto, não quero usufruir de seus enganosos serviços e peço delicadamente que se vá... pra bem, bem longe de mim.

Olá, Priscilla...
ResponderExcluirNavegando pela internet, achei este seu espaço...
Olha, muito bom o seu blog, suas idéias, sensibilidade e seu bom gosto...
Parabéns pelo trabalho! Estou te seguindo.
Saudações,
EDU (http://edurjedu.blogspot.com)
Cara Priscila,
ResponderExcluirMuito lindo este seu espaço.
Percebo que vc está no caminho certo. Por mais difícil que seja, a evolução está no amor. É preciso muita força, coragem e disciplina, para abrir nosso coração e levar lá pra dentro dele, tudo aquilo que corrói nossa alma e mente - medos, culpas, raivas etc. Tenha certeza, lá cabe tudo isso e sobra espaço. Lá, tudo isso é metabolizado e o que sobra (ou resulta) é amor.
Parábéns!
P.S. Obrigado pela visita lá no meu blog.