Fim de tarde. Pôr do sol...
Ao chegar em casa, vai correndo para o quarto.
De olhar para as janelas compridas que ocultam a varanda, uma súbita vontade a domina.
Puxa com força as travas, num impulso incontrolável, num clamor inconsciente, liberando passagem pros últimos raios de luz do dia.
Ela se sente feliz.
Após minutos intensos, de tanta correria e exaustão, tais momentos de reflexão, ainda que pequenos, invadem seu ser com uma alegria inexplicável. É como se a brisa que passeia em seus cabelos lhe contasse as desventuras de criaturas inimagináveis e desapercebidas, de forma tão intensa e concreta que faz com que ela se sinta parte do todo; ainda que o todo seja pra ela oculto e misterioso.
Ao chegar em casa, vai correndo para o quarto.
De olhar para as janelas compridas que ocultam a varanda, uma súbita vontade a domina.
Puxa com força as travas, num impulso incontrolável, num clamor inconsciente, liberando passagem pros últimos raios de luz do dia.
Ela se sente feliz.
Após minutos intensos, de tanta correria e exaustão, tais momentos de reflexão, ainda que pequenos, invadem seu ser com uma alegria inexplicável. É como se a brisa que passeia em seus cabelos lhe contasse as desventuras de criaturas inimagináveis e desapercebidas, de forma tão intensa e concreta que faz com que ela se sinta parte do todo; ainda que o todo seja pra ela oculto e misterioso.

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