Não sei dizer como deixei passar tanto tempo sem falar "um A" aqui, mas acho que essas coisas simplesmente acontecem.
Como em todo clima de fim de ano que remete à umas limpezas de tudo e reorganização de vida, encontrei umas coisas "jurássicas", de alguns anos atrás.
Ao lê-las, refleti.
E, por isso, gostaria de compartilhá-las.
Saudosos abraços :)
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**Em algum pedaço de arquivo eletrônico de 2005...
Queria pedir a cada um de vcs, para que tenham um pouquinho
de paciência, e assim, possam ler o que eu vou escrever... Na verdade, são
palavras de Charles Swindoll, em "As Trevas e o Amanhecer" (que, diga-se de passagem, é um livro esplêndido!!!). São palavras que nos fazem pensar sobre o modo de agir do
nosso Deus! São palavras simples.. portanto, prestem atenção e imaginem tudo o
que será descrito...
" Dimitri Vail foi um dos
maiores pintores de retratos da América.Muitas pessoas famosas tiveram seus
retratos pintados por esse talentoso artista, que era conhecido por uma
característica: realismo. De fato, seu trabalho é tão realista, que você poderia
pensar que está olhando para a ampliação de uma fotografia. Tive a oportunidade
de visitar várias vezes a galeria de Vail em Dallas. Um dia, quando caminhava
pela galeria, notei um quadro que nunca tinha visto antes, pendurado num canto
escuro, sem nenhuma lâmpada apontando em sua direção. A maioria das pinturas de
Vail era magnificamente exposta, com molduras graciosas e iluminação excelente.
Esta, porém, estava apoiada num cavalete e exposta de maneira quase rude. Não
tinha moldura, não tinha foco de luz, não tinha nome.
'De quem é esse quadro?’, pensei.
Todos os outros retratos eram facilmente identificáveis, mesmo sem os nomes
famosos gravados abaixo deles. Mas este, pintado em tons sombrios de cinza e
marrom, azul-escuro e listras negras, não tinha nenhuma identificação. Eu
estava intrigado.
‘ Quem é este?’ , perguntei finalmente à
mulher que estava trabalhando na galeria.
‘ Oh, esse é um auto-retrato’ , disse ela. ‘
Esse é o próprio Sr. Vail.’
Enquanto eu permanecia em pé, estudando
aquela face sombria e triste, ela acrescentou: ‘ E sabe o que mais?É exatamente
assim que ele se parece’.
O mesmo acontecece com
nosso Senhor . Ele pode permitir que os retratos de muitos indivíduos tenham
destaque- que pareçam atraentes, alegres e impressionantes para o público. Mas
quando se trata de seu próprio retrato, Ele o pinta sob a sombra da cruz, com
os tons marrons, cinzas e pretos da realidade. Sem molduras. Sem destaque. Sem
foco de luz. É a verdade em exposição. É o Homem de Dores, que foi
experimentado no sofrimento – aquele que foi transpassado por nossas
transgressões e esmagado por nossas iniquidades. E justamente porque o Senhor
permitiu que nossos pecados caíssem sobre Ele, oferecemos o nosso mais alto
louvor ao cantar, ‘Digno é o cordeiro que foi morto..’”
A sombra do sofrimento incide sobre TODO
caminho, inclusive o seu. Mas a beleza
dessas sombras escuras e das cores esmaecidas está no resultado, pois durante
esse processo, nos tornamos mais como Cristo.

Muito Legal Pri!
ResponderExcluirRealmente, Jesus é o melhor exemplo de humildade e mansidão!
abraço